Planejamento tributário
Planejamento tributário empresarial
Escolher o regime, desenhar as operações e enquadrar corretamente cada produto muda o imposto que a empresa paga todo mês. Planejamento tributário é fazer essas escolhas com números na mesa e parecer jurídico que as sustenta.
O problema
O que costuma estar errado antes da análise
Empresa que cresceu rápido quase sempre carrega decisões fiscais tomadas quando ela era menor — e que hoje custam caro todo mês.

Regime escolhido por hábito
Simples, Presumido ou Real foi definido na abertura e nunca mais revisto. Com a mudança de faturamento, margem e folha, o regime que era vantajoso vira o mais caro dos três.
Produto mal enquadrado
NCM, CFOP e CST errados fazem a empresa recolher substituição tributária que não devia, perder redução de base e emitir milhares de notas com o mesmo erro.
Benefício fiscal não pedido
Crédito presumido, regime especial e incentivos setoriais precisam ser requeridos. Quem não pede continua pagando cheio enquanto o concorrente paga menos — dentro da mesma lei.
Como conduzimos
Números primeiro, tese depois
O trabalho começa pela apuração real da empresa: escrituração fiscal, guias recolhidas, notas de entrada e saída, folha e demonstração de resultado dos últimos exercícios. É desse material que sai a fotografia da carga tributária efetiva — não da média do setor.
Com a fotografia pronta, simulamos os cenários possíveis dentro da lei e comparamos o efeito de cada um no caixa: mudança de regime, reorganização de operações, revisão de enquadramento e requerimento de benefícios.
A recomendação final vem com memória de cálculo e parecer jurídico. Esse parecer é o documento que sustenta a decisão se ela for questionada em fiscalização anos depois — e é exatamente o que falta na maioria dos planejamentos feitos só pela contabilidade.
Etapas do trabalho
- 1. Levantamento dos arquivos fiscais e contábeis dos últimos exercícios
- 2. Cálculo da carga tributária efetiva por produto, serviço e operação
- 3. Simulação comparativa entre os regimes e desenhos possíveis
- 4. Verificação de benefícios fiscais aplicáveis ao setor e à operação
- 5. Recomendação por escrito com memória de cálculo
- 6. Parecer jurídico que sustenta a escolha perante o Fisco
- 7. Acompanhamento da implementação junto ao time contábil
Escopo
O que está incluído
Todo o escopo é definido por escrito antes do início, com prazo e valor fechados.
- Diagnóstico da carga tributária efetiva da empresa
- Simulação comparativa entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real
- Revisão de NCM, CFOP e CST dos principais produtos
- Análise de substituição tributária e redução de base de cálculo
- Mapeamento de benefícios fiscais e regimes especiais aplicáveis
- Análise da estrutura societária e da distribuição de resultados
- Parecer jurídico com memória de cálculo
- Plano de implementação em conjunto com o contador
Quando procurar
Quando o planejamento se paga sozinho
Não é preciso ter problema com o Fisco para precisar de planejamento — na verdade, é melhor não ter.
O imposto cresce mais que a receita
Se a carga tributária sobe em ritmo diferente do faturamento, existe erro de enquadramento ou regime inadequado por trás.
Mudou produto, operação ou mercado
Novo item no catálogo, venda para outro estado, importação ou filial nova mudam a tributação inteira da operação.
A margem está apertando
Quando o preço não pode subir, o imposto é a linha com mais espaço para ser reduzida sem cortar qualidade nem pessoas.
Dúvidas frequentes
Sobre planejamento tributário
Sim. Planejamento tributário é escolher, entre caminhos permitidos por lei, o que gera menos imposto — e isso se chama elisão fiscal. O que é ilegal é a evasão: omitir receita, simular operação ou fraudar documento. Todo trabalho que fazemos é documentado justamente para deixar clara a diferença.
A economia aparece no primeiro ciclo de apuração depois da implementação. Mudança de regime, porém, costuma ter janela anual — por isso o diagnóstico feito no segundo semestre permite entrar no ano seguinte já no desenho certo.
Não. Trabalhamos com o contador que a empresa já tem. Ele conhece a rotina fiscal e continua responsável por ela; o trabalho jurídico entra na tese, no risco e na decisão estratégica.
É para isso que existe o parecer com memória de cálculo. Ele mostra o raciocínio, a base legal e os números que sustentaram a escolha — e, se houver autuação, é a peça central da defesa, que também conduzimos.